Em contatos com diretores de faculdades, secretárias de educação ou em palestras eu às vezes digo: Por favor matem o bezerro de ouro chamado ensino tradicional, a televisão ajudou sobremodo a transformar este país numa massa amorfa de consumidores-cidadãos desprovidos de capacidade seletiva e submissos aos ditames de seus conceitos. os pessimistas dizem: "agora é tarde" não se trata de colapso econômico, mas é uma emissora ministrando doses homeopáticas de alienação.
Bezerro de ouro II o mau aluno é ou poderia ser o ser (desculpe a cacofonia)mais brilhante de sua sala, se não fosse seu senso crítico, seu discernimento para entender todas as deficiências do professor e seu déficit de inteligência emocional em interrelações e conflitos, além da baixa qualidade da aula. gostaria de pedir um favor aos professores no piloto automático: "não vá dormir sem antes acusar a sua consciência das negligências praticadas com alunos deficientes. ante ao idiota aplicado que se submete ao seu anti-feedback, não questionando a forma burocrática de ensino. o aluno do grupo informal com potencial e considerado deficiente ao se deparar com ideias mal vendidas, elucubra e questiona se aquilo é realmente necessário? um aluno brilhante pode passar incólume por um professor no piloto apático, pois já desenvolveu seu senso crítico e ao observar o ambiente estéreo de ideias e um líder pobre, desviará sua atenção para coisas mais frívolas.antes de rotular seu aluno com termos psico-acadêmicos, faça uma auto-análise e conheça uma tipologia inusitada; saber o que você faz e como.
meus amigos perdoem-me pela gafe doos pontos parágrafos e o estereofônico não é árido de ideias,extensivo a quem não leu e irá ler (bezerro de ouro I & II)
se a cada dia estiveres convicto de seu autodesenvolvimento, não há o que temer, você é um rolo compressor de adversidades. Às vezes consideramos nossos planos ambiciosos demais, ousados demais, é o nosso Eu sabotador nos sentenciando ao plano estacionário.
Em contatos com diretores de faculdades, secretárias de educação ou em palestras eu às vezes digo: Por favor matem o bezerro de ouro chamado ensino tradicional, a televisão ajudou sobremodo a transformar este país numa massa amorfa de consumidores-cidadãos desprovidos de capacidade seletiva e submissos aos ditames de seus conceitos. os pessimistas dizem: "agora é tarde" não se trata de colapso econômico, mas é uma emissora ministrando doses homeopáticas de alienação.
ResponderExcluirBezerro de ouro II
ResponderExcluiro mau aluno é ou poderia ser o ser (desculpe a cacofonia)mais brilhante de sua sala, se não fosse seu senso crítico, seu discernimento para entender todas as deficiências do professor e seu déficit de inteligência emocional em interrelações e conflitos, além da baixa qualidade da aula.
gostaria de pedir um favor aos professores no piloto automático: "não vá dormir sem antes acusar a sua consciência das negligências praticadas com alunos deficientes. ante ao idiota aplicado que se submete ao seu anti-feedback, não questionando a forma burocrática de ensino. o aluno do grupo informal com potencial e considerado deficiente ao se deparar com ideias mal vendidas, elucubra e questiona se aquilo é realmente necessário? um aluno brilhante pode passar incólume por um professor no piloto apático, pois já desenvolveu seu senso crítico e ao observar o ambiente estéreo de ideias e um líder pobre, desviará sua atenção para coisas mais frívolas.antes de rotular seu aluno com termos psico-acadêmicos, faça uma auto-análise e conheça uma tipologia inusitada; saber o que você faz e como.
meus amigos perdoem-me pela gafe doos pontos parágrafos e o estereofônico não é árido de ideias,extensivo a quem não leu e irá ler (bezerro de ouro I & II)
ResponderExcluirMuito bom meu amigo,saudades de tirar um som com vc.
ResponderExcluirgrande abraço .
um abração meu amigo
Excluirse a cada dia estiveres convicto de seu autodesenvolvimento, não há o que temer, você é um rolo compressor de adversidades.
ResponderExcluirÀs vezes consideramos nossos planos ambiciosos demais, ousados demais, é o nosso Eu sabotador nos sentenciando ao plano estacionário.