segunda-feira, 4 de abril de 2011

tuc 8.4 portfólio

6 comentários:

  1. Em contatos com diretores de faculdades, secretárias de educação ou em palestras eu às vezes digo: Por favor matem o bezerro de ouro chamado ensino tradicional, a televisão ajudou sobremodo a transformar este país numa massa amorfa de consumidores-cidadãos desprovidos de capacidade seletiva e submissos aos ditames de seus conceitos. os pessimistas dizem: "agora é tarde" não se trata de colapso econômico, mas é uma emissora ministrando doses homeopáticas de alienação.

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  2. Bezerro de ouro II
    o mau aluno é ou poderia ser o ser (desculpe a cacofonia)mais brilhante de sua sala, se não fosse seu senso crítico, seu discernimento para entender todas as deficiências do professor e seu déficit de inteligência emocional em interrelações e conflitos, além da baixa qualidade da aula.
    gostaria de pedir um favor aos professores no piloto automático: "não vá dormir sem antes acusar a sua consciência das negligências praticadas com alunos deficientes. ante ao idiota aplicado que se submete ao seu anti-feedback, não questionando a forma burocrática de ensino. o aluno do grupo informal com potencial e considerado deficiente ao se deparar com ideias mal vendidas, elucubra e questiona se aquilo é realmente necessário? um aluno brilhante pode passar incólume por um professor no piloto apático, pois já desenvolveu seu senso crítico e ao observar o ambiente estéreo de ideias e um líder pobre, desviará sua atenção para coisas mais frívolas.antes de rotular seu aluno com termos psico-acadêmicos, faça uma auto-análise e conheça uma tipologia inusitada; saber o que você faz e como.

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  3. meus amigos perdoem-me pela gafe doos pontos parágrafos e o estereofônico não é árido de ideias,extensivo a quem não leu e irá ler (bezerro de ouro I & II)

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  4. Muito bom meu amigo,saudades de tirar um som com vc.
    grande abraço .

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  5. se a cada dia estiveres convicto de seu autodesenvolvimento, não há o que temer, você é um rolo compressor de adversidades.
    Às vezes consideramos nossos planos ambiciosos demais, ousados demais, é o nosso Eu sabotador nos sentenciando ao plano estacionário.

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