a capacitação é ponto pacífico no mundo, tanto que a humanidade desenvolveu o hemisfério esquerdo cerebral em desempenhos técnicos elogiáveis.
Parece que a commoditização do desenvolvimento humano é uma miopia congênita nas corporações. O desenvolvimento está alijado dos escopos de RH, preocupam-se em capacitá-los e esquecem que o colaborador é avaliado de forma elíptica e sua dualidade torna o processo suscetível a desvios padrões, pois o que conta é o estado emocional num processo de atividades com perfis heterogêneos mesclados à sua atividade, onde o colaborador deve ser competitivo e nao competidor.
O sistema está estagnado desde as universidades onde nao se privilegia a capacidade de rapport nas interrelações. crianças moldadas para competição e um manancial desumano de informações idiotas ministrados, e que poderiam ser acessadas à um simples toque no prof. Google.
quando todos responsáveis pela formação humana entenderem que a matéria prima do desenvolvimento intelecto-moral é a metacomunicação através da psicolinguística, a linguagem nao verbal progredirá para a telepatia e o desequilíbrio será restaurado.
abraço
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